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Ex-Gay?

É meus amigos, papo mais que sério agora.

É possível uma pessoa tornar-se um “ex-gay”? Querem a minha humilde opinião? Não sei responder a isso.

Leiam o texto a seguir e assistam ao vídeo. Comento no próximo post ok?

Depoimento do Fundador da EXODUS Michael Bussee

Meu nome é Michael Bussee. Eu quero agradecer a você por esta oportunidade de contar minha história. Trinta anos atrás, eu ajudei a criar a EXODUS International. Hoje, eu estou aqui para me desculpar; Hoje eu sou um terapeuta conjugal e familiar, um pai, um cristão evangélico, nascido de novo — e orgulhoso de ser gay. Mas trinta anos atrás, eu não era tão orgulhoso.

De fato, eu cresci odiando meus sentimentos gays. Eu passei por xingamentos, bullying e surras. Por que motivo as outras crianças pareciam odiar-me tanto? Eu não escolhi ter esses sentimentos e queria me livrar deles. Eu queria mais do que tudo ser “normal,” adequar-me — apaixonar-me, assentar-me, ter filhos. Eu queria desesperadamente ser heterossexual. Mas como?

Com aproximadamente 12 anos, eu comecei uma busca pessoal por uma “cura” para homossexualidade. Eu tomei a decisão de embarcar no meu próprio êxodo privado — para encontrar a saída para a homossexualidade. Minha busca levou-me a Deus. Como estudante do ensino médio, eu aceitei Jesus como meu Senhor e Salvador pessoal. Essa decisão mudou a minha vida pra sempre e eu continuo sendo um evangélico comprometido até hoje.

Então, em 1974, eu encontrei o Centro Cristão Melodyland (Melodyland Christian Center) em Anaheim e comecei a trabalhar como um de seus conselheiros voluntários via telefone. De começo, eu não disse a nada sobre meus sentimentos gays a ninguém. Afinal, eu tinha que me “purificar.” Eu disse ao diretor do aconselhamento telefônico que eu era um “cristão homossexual.” Ele me disse que “não havia tal coisa.” Ele disse que se eu era um cristão de fato, então “já não era mais gay aos olhos de Deus,”

Eu precisava acreditar que era heterossexual agora – e “determinar isso.” Deus faria o milagre com o tempo. “Continue orando” – diziam eles. Se eu tivesse fé suficiente, eu finalmente “ficaria livre.” Eu queria isso mais do que tudo e sinceramente acreditei que isso se tornaria verdade.

Naquele tempo, não havia ministério para gays em nossa mega igreja, então meu amigo Jim Kaspar e eu decidimos inventar um. Em 1975, nós criamos a EXIT – em inglês a palavra significa saída, mas aqui era uma sigla para “EX-gay Intervention Team,” ou seja, Equipe de Intervenção Ex-Gay (uma espécie de Caça-Fantasmas – só que gay!) Começamos oferecendo sessões de aconselhamento individual, grupos de apoio semanal, estudos bíblicos, e reuniões de oração. Apesar de não termos nenhum treinamento formal, e só termos nos intitulado “ex-gays” havia poucos meses, tornamo-nos, de repente, “especialistas.”

Pastores e terapeutas começaram a enviar clientes para nós. Escrevíamos materiais sobre “Como Ajudar o Homossexual” e dávamos “testemunhos de nossa mudança” em conferências da igreja e em talk shows no rádio e na TV – incluindo o Club 700 do Pat Robertson. Robertson insistia em perguntar se nós achávamos que havíamos tido “demônios gays” algum dia. Ele pareceu desapontado quando respondemos que “não.”

Em 1976, descobrimos que outros como nós estavam formando pequenos ministérios de “mudança” ou “libertação” em suas áreas. Em setembro de 1976, no Melodyland Christian Center em Anaheim, o EXIT recebeu a primeira confêrencia de “ex-gays” de todos os tempos. Um punhado de líderes de ministérios junto com aproximadamente 60 delegados votaram para formar uma coalisão de ministérios. Chamamos essa coalisão deEXODUS. Pensamos que, chamados como Moisés e dirigidos por Deus, nós poderíamos conduzir muitos gays e lésbicas para a “terra prometida” da heterossexualidade.

Preciso dizer que alguns tiveram uma experiência positiva de mudança de vida frequentando nossos estudos bíblicos e grupos de apoio. Eles experimentaram o amor de Deus e o acolhimento de outros que conheciam suas lutas. Houve algumas “mudanças” reais – mas nenhuma das centenas de pessoas que nós aconselhamos se tornou heterossexual.

Ao contrário, muitos dos nossos clientes começaram a se desestruturar – afundando em culpa, ansiedade e ódio contra si mesmo. Por que eles não estavam “mudando”? As respostas dos líderes da igreja tornavam a dor ainda maior: “Você pode não ser um cristão verdadeiro.” “Você não tem fé suficiente.” “Você não está orando e lendo a Bíblia o suficiente.” “Talvez você tenha um demônio.” A mensagem sempre parecia ser: “Você não é sincero o suficiente. Você não está se esforçando o suficiente. Você não tem fé suficiente.”

Alguns simplesmente caíram fora e nunca mais se ouviu falar deles. Eu acho que esses tiveram sorte. Outros se tornaram auto-destrutivos. Um jovem se embriagou e dirigiu contra uma árvore). Um dos líderes que trabalhavam comigo me disse que havia deixado a EXODUS e estava frequentado bares heterossexuais, procurando alguém que batesse nele. Ele disse que as surras o faziam sentir-se menos culpado, fazendo expiação pelo seu pecado. Um dos meus clientes mais dedicados, Mark, pegou uma lâmina e cortou suas genitais repetidamente, e depois colocou produto limpa-ralos sobre as feridas, porque depois de meses de celibato, ele havia tido uma “queda.”


No meio de tudo isso, minha própria fé no movimento EXODUS estava desmoronando. Ninguém estava realmente se tornando “ex-gay.” A quem estávamos enganando? Como um líder atual da EXODUS admitiu, éramos apenas “cristãos com tendências homossexuais que preferiam não ter aquelas tendências.” Ao nos denominarmos como “ex-gays,” nós estávamos mentindo pra nós mesmos e para os outros. Estávamos machucando pessoas.

Em 1979, um outro pioneiro da EXODUS (Gary Cooper) e eu decidimos deixar a EXODUS — e nossas esposas. Por anos, nós dois havíamos firmemente acreditado que o processo EXODUS nos tornaria heterossexuais. Ao invés disso, percebemos que havíamos nos apaixonado um pelo outro! Saímos do armário publicamente contra a EXODUS em 1991. Nossa história apareceu no documentário “One Nation Under God” (Uma Nação Sob Deus). Gary morreu de pouco antes do filme ser concluído.

Desde então, eu continuei a ser um dos mais persistentes críticos da EXODUS – não porque eu queira “negar esperança.” Pelo contrário, eu quero afirmar que Deus ama cada pessoa, e que o amor e o perdão de Deus realmente mudam vidas. Certamente mudaram a minha. Apenas nunca me fizeram heterossexual. Eu encontrei harmonia entre minha sexualidade e minha espiritualidade — e eu tenho esperança de que outros farão o mesmo. A jornada de cada um é diferente. Meu próprio êxodo tem sido uma jornada incrível.

 Já fui demitido de dois empregos apenas por ser gay. E cinco anos atrás, eu sobrevivi a um violento e absurdo crime de ódio que quase levou minha vida. Eu fui espancado e esfaqueado nas costas por membros de uma gangue que gritavam “viado”, enquanto me atacavam. Meu melhor amigo, Jeffery Owens, não teve tanta sorte. Ele foi esfaqueado cinco vezes nas costas e sangrou até a morte na mesa de cirurgia.

Apesar de tudo isso, eu me considero um sobrevivente. Eu sou um homem gay cristão evangélico feliz; relativamente bem ajustado; tenho um relacionamento amoroso comprometido com um cara maravilhoso, meu parceiro Richard; e sirvo como ancião na minha igreja presbiteriana local. Eu amo a Deus e amo a vida.

E tenho esperança. Acredito que estamos abrindo caminho; grupos como a EXODUSvão encerrar suas atividades quando as pessoas não mais pensarem que precisam renegar quem realmente são para tentarem ser o que não são.

Até lá, àquelas pessoas maravilhosas (gays, ex-gays e ex-ex-gays) que têm abençoado minha vida e enriquecido minha jornada, sou sinceramente grato. E àqueles que eu possa ter ferido através do meu envolvimento com a EXODUS, peço sinceras desculpas.

Fonte: http://www.beyondexgay.com/article/busseeapology

Tradução: Sergio Viula para o blog Fora do Armário

Você pode ver um outro depoimento, do Sergio Viula, fundador do grupo MOSES (brasileiro), que também é um ex-ex-gay clicando aqui.

Porque?

É muito fácil perceber como as pessoas são hipócritas.

A ilustração acima representa um casal homossexual masculino. É uma imagem utilizada no mundo todo representando a união homoafetiva masculina. Assim como ela, existe a outra representando a união homoafetiva feminina, a heterossexual e a… bem, nunca vi uma que representasse a bissexual… Talvez porque a maioria não se assuma bissexual, sei lá… que seja.

Observem agora a imagem abaixo:

Pois bem.

Eu corto meu saco se algum machista de plantão pedir a exclusão deste blog para o WordPress sem antes bater umas boas punhetas imaginando-se ali, no meio das duas gostosas e tesudas, devassas – afinal se elas se beijam, se acariciam e se tocam, são putas e só estão com falta de macho – mas vale a punha e a gozada.

Também corto meu saco se algum destes o fizer sem antes salvar esta foto para futuros momentos de prazer solitário com as mesmas imagens/filmes passando por suas mentes e olhos, para que seu IP nao fique gravado no leiômetro deste blog e o hipócrita possa ser descoberto em quantas vezes voltou aqui atras de mais imagens prazeirozas.

É mais que comum vermos em filmes pornôs heterossexuais o fodão com duas mulheres. É, ele é macho o suficiente para dar conta das duas. E esse fetiche é disseminado e espalhado pela web, pelas locadoras e por revistas por qualquer canto indiscriminadamente. Porém ele, o machão, não se importa em ver – ou que seu filho adolescente veja – esse tipo de cena/imagem. Afinal, elas duas só estão precisando de um macho como ele ali no meio para dar conta. Que se dane se elas vão se beijar ou fazer o que for. Afinal elas não são lésbicas, sapatão, bolachas, sargentões ou o que for. São duas mulheres curtindo o prazer e, se ele estiver ali no meio, melhor ainda.

Pois é, apresento-lhes então caros machões, o que na minha época de jovem era conhecido por “Ladyes”. Chocados? Duvido.

Então, apresento-lhes um estilo de vida homossexual que não busca alterar em nada a sua feminilidade. Elas gostam de ser mulher, de viver e demonstrar a sua feminilidade, são vaidosas, maquiam-se, são perfumadas, usam jóias e acessórios, são delicadas em gestos, palavras e ações entre tantas outras coisas, assim como a sua esposa/noiva/namorada/filha que – certamente – não está aí ao seu lado agora já que você deve estar se punhetando olhando a foto das duas gatas acima e nem deve estar lendo este texto.

Pois é, assim como temos uma grande diversidade dentro da heterossexualidade também a temos dentro da homossexualidade.

É bastante comum encontrarmos heteros de todos os tipos e para todos os gostos não é mesmo? Então, no meio homossexual também existem.

Assim como existem as “Ladyes” existem também os “Entendidos”.

É! São os homens que também curtem viver em plenitude a sua masculinidade. Eles gostam de ser homens, agir, falar, comportar-se, vestir-se, viver como homens, e… gostam também de homens. Eu sou um desses!

É são muito mais machos na aparência e na atitude que muitos heterossexuais.

Não é questão, como já frisei, de não ter coragem de “sair do armário” ou qualquer coisa do tipo. É simplesmente questão comportamental, de gosto. Eu sempre digo que adoro meu corpo peludo, minha voz grave e brinco dizendo que uma saia ou meia fina jamais vai combinar com minhas pernas peludas e tampouco uma maquiagem conseguirá esconder a minha barba e minha cara de macho. Não vai “ornar” comigo, entende? Não faz parte de mim, não combina com a MINHA personalidade. E, como sou assim, também gosto de homens assim. ;-)

Opa, qual o problema agora?

Brochou porque?

Porque está indignado, surtado e já clicando para denunciar este blog como conteúdo inapropriado ou inadequado, inventando sandices como desculpa??

Ah ja sei, os dois machos da foto são mais machos que você visualmente não é? São tudo que você queria ser e nunca conseguiu…

Ou será que a péssima criação que você teve só te faz conseguir ver a homossexualidade como coisas bizarras, podres, aquelas caricaturas deploráveis que aparecem nos programas humorísticos ridículos que você consegue assistir e entender e ainda rir?

Será também que não tem a ver com a visão distorcida (tudo bem vá lá, existem heteros e homos promíscuose perversos) de que a homossexualidade é uma perversão, que vivem apenas em meio à promiscuidade, que são desumanos, os grandes pedófilos da humanidade, etc etc etc? Pois então te convido a ler este texto que apresenta uma visão real e irônica sobre a heterossexualidade que a maioria das pessoas preferem fazer de conta que não acontece em nosso dia a dia, na sociedade.

Será também que não tem aí um pouco de frustração e recalque também? Afinal, assim como eu, você também foi criado numa sociedade machista, dentro de uma família heterossexual, religiosa onde foi programado desde cedo a ser um reprodutor do modelo “padrão”: crescer, punhetar-se feito doido na adolescência, pegar um monte de menininhas na juventude, casar com uma mulher, procriar (afinal você não lê a sua bíblia corretamente: o sexo é somente para procriação ok? Por prazer é pecado!!) e repassar seus genes e forma de criação para suas gerações seguintes.

Não te culpo, como coloquei, eu também fui criado assim. Talvez, por ter sido mais macho que você, tive coragem de transgredir, confrontar, debater, questionar e libertar-me.

Porém, o que tem demais esta foto aqui neste blog?

Eu fui até a tua casa esfregar esta imagem na sua cara? Fui com meu companheiro na frente da tua casa dar um beijo nele para te escandalizar ou afrontar?

Tem algo de indecente nesta foto que possa equipara-la aos padrões das fotos das revistas que você esconde embaixo de seu colchão pra se punhetar quando está sozinho?

Tem alguma putaria, podridão ou indecência nessa foto que chegue perto das imagens dos filminhos que você fica assistindo e se lambuzando de baba e de porra enquanto a sua esposa está no supermercado ou cuidando de SEUS filhos?

NÃO!

Você é que veio à minha casa. Você é quem está aí doentemente buscando algo ou alguém para descontar as suas frustrações e raiva do mundo.

Portanto, se você chegou até aqui seja bem vindo.

Mas lembre-se de que você clicou e chegou aqui porque quis e consciente do que trata este blog ok?

Continuando…

Ah tá, você tem certeza absoluta que é hetero e tão somente hétero! Parabéns bobão.

Nessas horas lembro-me de minha irmazinha quando dizia que odiava strogonoff. Porém NUNCA tinha provado e sempre que minha mãe fazia esta delicia culinária ela saía de casa para nem mesmo “sentir o cheiro daquela coisa horrorosa”. Quando provou, gostou. Ou seja, transgrediu tudo o que ela supunha. Ela venceu, sem dor alguma ou dano algum ao seu caráter e à sua personalidade, um pré-conceito.

Faz assim então, assista os vídeos que estão no post sobre o documentário Outrage. Tem depoimentos de pessoas como você, que passaram pelas mesmas coisas que você, que tiveram a mesma criação que você e eu, que sofreram os mesmos conflitos que te afligem somente de pensar na possibilidade de quem sabe “posso ser” ou simplesmente “é, ele pode (e tem o direito de) ser assim que não me afeta em nada”.

Não estou dizendo aqui que TODO hetero é BI ou um HOMO recalcado ok? Estou apenas mostrando uma possibilidade que a maioria prefere nem pensar sobre.

Se quiser conversar comigo sobre isso fique a vontade. Desabafe, refute, opine, critique, apóie nos comentários abaixo.

Só não venha dar uma de ogro na minha casa ok?

Para começar este blog, nada melhor que um dos assuntos mais sérios e graves que enfrentamos no dia a dia: a hipocrisia.

Hipocrisia esta que pode vir de dentro de nossos próprios lares, de amigos, colegas profissionais, colegas de escola, conhecidos, políticos, gente da mídia enfim, de qualquer lugar.

Este documentário trata da hipocrisia de alguns políticos, especialmente norte-americanos, que, defendem ferrenhamente a família, valores cristãos, a moralidade entre outros tantos baluartes.

No entanto, o que percebemos é que em muitos casos esta hipocrisia está baseada no medo. Medo de assumir-se, medo de represálias e humilhações, medo de por ser gay ter de assumir atitudes efeminadas entre tantas outras possibilidades.

Um outro detalhe muito importante é perceber que, os que tanto nos atacam por causa da promiscuidade gay (sim não há como esconder que isso exista tanto no meio homo como no heterossexual) são os mesmos que na vida privada são promíscuos.

Assistam aos vídeos. Está dividido em 9 partes com conteúdo mais que claro sobre esta questão.

Outrage – parte 1

Outrage – parte 2

Outrage – parte 3

Outrage – parte 4

Outrage – parte 5

Outrage – parte 6

Outrage – parte 7

Outrage – parte 8

Outrage – parte 9

Todo o documentário é excelente e merece atenção. Mas para mim, tem um peso especial e forte a partir da parte 6 onde o ex-governador de Nova Jersey, James McGreevey dá seu depoimento de como foi dolorido o momento da divulgação pública disso, mas também mostra claramente os conflitos que vivia quando ainda estava no armário.

Lembro que, mais importante que usarmos este tipo de material para atacar a quem quer que seja, ele deve sim ser utilizado para mostrar às pessoas como o mundo é hipócrita, e como muitos dos que estão aí nos atacando insistentemente precisam sim, na verdade, de apoio, de alguém que mostre que não há nada de bizarro nem de errado em ser homossexual.

Usem, compartilhem este material com sabedoria. Não utilizem como pedras afinal, todos temos um telhado de vidro.

O que podemos aprender com isso tudo? Como podemos usar este tipo de material e de dados de forma inteligente? Como podemos estender a nossa mão para estes que agonizam dentro de suas vidas mentirosas ajudando-os a superar isso?

Não digo aqui, força-los a botar uma sainha, uma plataforma e sair berrando pelas ruas batendo no peito que é gay, e sim, que consigam assumir-se como são independente se somente para si mesmo, apenas para familiares, alguns poucos amigos ou para o mundo. Assumir que ser homossexual não tem nada de bizarro, nada de humilhante, nada de promíscuo, nada de pecaminoso. Tudo vai depender única e exclusivamente de suas escolhas pessoais.